dobrei, em quatro partes o meu passado
e guardei na gaveta dos abstratos e inanimados sonhos que busquei em vão,
pertencentes a minha solicitude,
Aqui em mim, hoje é dia de recomeços,
embora sempre no avesso, dúvida de mim mesma, sempre ... ainda assim.
Todos esses reflexos do temperamento incansável de quem não consegue conjugar verbos
adequadamente, não se abranda, não se conforma e não aceita, e não informa paradeiro, porque
simplesmente existo, estou aqui, e isso é um fato pra lá de concreto,
Não vou me entregar a morbidade de apenas estar vivendo,
eu preciso viver
Da busca incessante...
de amor, sobriedade, solidariedade, calma e equilíbrio quando destoam as canções...
Preciso viver dosando a loucura e a razão dentro de mim, achando qualquer espaço, ainda que haja a
possibilidade disso nunca acontecer e se ainda assim, eu tiver que no próximo ano, no dia 01/06, dobrar em quatro partes meus sonhos, aspirações, não tem problema ,
eu vou recomeçar sempre...
e feliz aniversário para mim....
Escrito por cláudia às 08h59
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abro aspas
lobamulher@uol.com.br
Como o próprio enunciado já diz...é uma coletânea de escritores blogueiros
e com todo o empenho possível, da minha querida amiga Euza, que conduziu
com um esforço e competência a tarefa que se propôs a fazer.
Quem quiser é só contatá-la.
beijo a todos
Escrito por cláudia às 22h16
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eu conheço
poucos tropeços
mas esse equilibrio, quando vc. caminha
um pouco mais
fica tão sem graça.
Escrito por cláudia às 12h49
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era só mais uma manhã
cheia de sol, em mais um domingo
daqui da janela, podemos ver os manacás coloridos, o pasto sem fim, e o gramado raso
o inverno se encarrega de torna-lo curto,
o cheirinho do café, o leite quente que na fervedura, derramou
restos do sono, as vezes é assim.
Um sorriso, porque esbravejar não resolve a situação, um pano e pronto
tudo limpo de novo, ao menos dá tempo do leite esfriar.
Os planos
O parque, a bicicleta...o gramado...a leitura na manhã de sol.
Os filhos no parque de diversão, o almoço com a mãe,
Nada melhor...nada mais perfeito, que um domingo de sol.
Escrito por cláudia às 20h44
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