uma forma de amar em liberdade
pode pegar a sua liberdade, e fazer o que quiser dela.
já não me importa que, por mais que a estrada te chame, eu seja sempre a proteção dianteira
para a sua covardia
eu não sou, teu elo
nem tua âncora
nem sua ambição. Há muito perdida em suas dúvidas.
Siga
Siga o seu caminho,
lá na frente, a gente se encontra.
e põe a conversa em dia.
Ao menos não perderemos a pretenção de ser feliz.
Escrito por cláudia às 22h22
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pesadelo
meu anjo dorme do lado direito.
meus demônios
fazem tentativas de invasão,
eu me escondo.
e solto o meu grito de medo.
e então...não são demônios, constato depois que desperto
do sono.
são meus fantasmas, invadindo a minha mente
que se julga, sã.
Escrito por cláudia às 22h18
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e de breves amores
fiz
lembraças no coração
e de pequenas dores
fiz
fortalezas de proteção.
Escrito por cláudia às 22h16
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dia a dia
sim
eu vim a mim, na esperança de te reencontrar dentro de meus devaneios,
vim até mim, descobrindo as encostas e as vertentes que ainda escorrem a água límpida e
transparente da minha vida.
eu me olhei ,
a mulher encantada com as fontes da juventude, agora trabalha contra a força da gravidade.
Nada mais notório, nada mais normal.
se não fosse tão meigo os sentimentos e tão pura as palavras,
elas encontrariam outros becos dentro do meu mundo profano e visitado pelos teus olhos
impacientes em saciar a curiosidade de saber se : era assim , eu para você, essa verdade.
Pois, agora a fazemos breves relatos , já não nos entendemos, como antes. E na rtoina, acabamos achando isso
normal.
Um desencantamento talvez.
Quem sabe existam outras formas de perdão...
Fiz os meus relicários e nele você tem a sua foto.
Tem a sua lembrança, tem a sua presença.
Para todo o sempre.
Embora eu ainda ache muito tempo. Um tempo sempre estará por vir.
Isso talvez se chame, esperança.
Escrito por cláudia às 22h07
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encontro

Escrito por cláudia às 21h26
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interpretação
venha cá,
dá um jeito...se aproxime
vou escrever miudinho
como se fosse falar baixinho,
no teu ouvido
fica quieto e ou(ve) com cuidado,
que a minha respiração é de fato
um roda moinho
no teu caminho.
Escrito por cláudia às 22h13
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